POEMAS APENAS
domingo, 11 de julho de 2010
AO TINGIR-SE DE VERMELHO O CÉU
Ao tingir-se de vermelho o céu
Ao despontar d’aurora
Desvela-se o milagre da vida
A vida e tud’o que há é milagre
O vento a fazer dançar as árvores
A fria luz que pelo céu se derrama
O cantar dos pássaros dormidos
Tudo é milagre infinito
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Postagem mais recente
Postagem mais antiga
Página inicial
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário