POEMAS APENAS
domingo, 11 de julho de 2010
SILENCIOSA MURMURA A BRISA
Silenciosa murmura a brisa
Por sobre o meu corpo escorre
Nasce numa janela
E noutra vai-se esconder
Pessoas na rua gritam
A dor d’estarem sozinhas
De ao seu lado alguém não terem
De não mais verem estrelas
No céu a brilhar.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Postagem mais recente
Postagem mais antiga
Página inicial
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário